HOSPITAL DE BANABUIÚ OFERECE SEIS REFEIÇÕES POR DIA COM ATÉ 46 OPÇÕES DE ALIMENTOS

No café da manhã, cuscuz com charque, tapioca com ovo e leite com café. No almoço, frango cozido, peixe, bife acebolado e assado de panela, acompanhado por saladas do tipo crua ou cozidas, purê, farofa, arroz, macarrão e feijão. O jantar traz omelete de carne moída, coxa assada ou peixe frito. Antes há um lanche que oferece, entre outras opções, salada de frutas e bolo de cenoura. E para ir dormir, ainda há a oferta de frutas ou chá com biscoito. Este pode até parecer um cardápio de um grande restaurante, mas é o cardápio para quem está internado no Hospital Municipal Senador Carlos Jereissate, de Banabuiú. Os serviços de alimentação foram incorporados na nova gestão.

O cardápio é elaborado pela nutricionista Katwerya Santana da Secretaria de Saúde. A variedade impressiona: são dez opções de salada e 19 opções de alimentos que se revezam no almoço e jantar durante a semana. Os alimentos são selecionados e levam carne de primeira, além de cinco opções de sucos naturais e nove tipo de frutas como opções de sobremesa. Entre suco, frutas, sobremesas e pratos do lanche, almoço e jantar, são 46 opções de alimentos.Katwerya faz um acompanhamento rigoroso do cardápio. Ela afirma que são seis refeições diárias para pacientes internados e os acompanhantes, e cinco para os funcionários. O cardápio garante uma alimentação equilibrada e reforçada, rico em ferro, proteínas, vitaminas e minerais.

“O cardápio tem uma missão em ser uma alimentação balanceada, tanto para o paciente como para o funcionário. E nós ainda temos essa preocupação de variar para poder usar tudo o que temos a disposição”, afirma a nutricionista. As opções no cardápio se revezam a cada 15 dias. A iniciativa, esclarece a nutricionista, tem por objetivo evitar o desperdício. “São feitas compras por semana porque, com mais variedade, os gastos são menores”, diz Katweurya. Para conseguir esse objetivo, a nutricionista incorpora no dia a dia práticas como a reutilização de alimentos, quando é possível ser aplicada. “A casca do abacaxi, por exemplo, nós aproveitamos para fazer suco”, diz.

No hospital não há política de redução ou limitação na quantidade de alimentos oferecidos aos pacientes. Katwerya Santana frisa a questão. A realidade atual, explica ela, é exatamente o contrário. “Não existe isso aqui”, pontua. A variedade na alimentação do hospital e a oferta de produtos com maior concentração de valores nutritivos, faz parte de uma nova política que adota métodos que visam otimizar a qualidade nos serviços oferecidos na saúde municipal, o que sinaliza uma iniciativa responsável e que demonstra a preocupação com o atendimento à população que necessita utilizar os serviços do hospital.